terça-feira, 10 de junho de 2014

Manifestação
Jéssica Stephanie da Rosa
Turismo
UNIP Jundiaí

Um dos temas em alta no Brasil e no mundo todo. O nível Brasil pode dizer que do ano de 2013 até hoje esse tema tomou proporções gigantescas, quando os jovens acordaram para viver. Escolhi esse tema, pois tudo que está acontecendo de importante em nosso cotidiano, está relacionado às manifestações: Passagem de Trem/Ônibus; Um povo unido em prol de Saúde, Educação; Querendo saber o porquê de tantos gastos com Estádios na sua grande maioria (Elefantes BRANCOS), são alguns dos exemplos citados pela mídia brasileira e mundial.

Ponto de vista da Mídia

A mídia tem suas visões bem amplas tanto para um lado (bom) quanto para o outro (ruim). Um desses lados é o lado da exacerbação do lado ruim no qual ela aponta todos os defeitos, sujeiras, as notícias ruins de todas as manifestações. Uma dessas más ações mostradas é o vandalismo, o tumulto mortes, ações feitas por baderneiros que não estão ali para reivindicar direitos mas sim para colocar o “povo” contra a mídia e o governo. Em muitos desses casos são pessoas ligadas, de alguma forma aos meios de comunicação ou então ao próprio governo, tais manifestos deram-se origem no preço de passagens e a repressão da polícia. Olhando por outro lado ela vê as manifestações como um sinal de que o povo está acordado. 

Opinião

Toda a manifestação é sempre bem vinda, mais de forma pacífica, sem guerra, sem destruição, sem afetar ao próximo. Uma manifestação nada mais é do que correr atrás daquilo que lhe pertence daquilo, que é justo para nós cidadãos. Tudo deve ter limites, coerência e, principalmente, conteúdo. Devemos sim lutar, por uma Saúde mais justa, uma Educação melhor, um país mais justo. Pois, no momento, em que vivemos só estamos vendo o rico cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre, um país onde com frequência acontecem escândalos de corrupção, e muitas obras necessárias não são realizadas e algumas melhorias e obras realizadas não serão úteis a ninguém, mas milhões estão sendo gastos.

O povo tem que acordar tem que exigir transparência, mas de forma correta, sem brigas, guerras, vandalismos, pois podemos juntos mudar o país.

Bibliografia

Brasil de Fato - <http://www.brasildefato.com.br> - acesso em março/2014.
Dicio - <http://www.dicio.com.br> - acesso em março/2014.
Teoria e Debate - <http://www.teoriaedebate.org.br> - acesso em março/2014.


sexta-feira, 6 de junho de 2014

Rolezinhos

Vitor Rodrigo Oliveira dos Santos
Publicidade e Propaganda
UNIP Jundiaí

Com base numa das colunas da “Folha de São Paulo”, semanalmente, jovens na maioria com a idade de 16 a 20 anos, marcam pelas redes sociais encontros em shoppings, praças e parques apenas para juntar várias pessoas de culturas diferentes, lugares diferentes, ideias diferentes e costumes diferentes.

Dependendo da região em que acontecem esse “rolês”, são apenas encontros pacíficos.

Muitos dos “rolês” que acontecem no São Paulo, os jovens se reúnem e entram pacificamente nos locais, mas após aproveitarem algumas horas juntos, começam a causar tumulto nos corredores assustando os lojistas e os frequentadores.  

Essa ideia de “Rolezinho” começou na periferia de São Paulo, quando alguns perfis falsos, em redes sociais, como por exemplo, Carlos Silvestre de 16 anos, ou “Don Juan”, como é conhecido nas redes sociais desde 2012, marcavam com seus fãs, encontros em shoppings, praças e outros lugares públicos.

Com seus fãs loucos para conhecer seu ídolo, marcavam encontros para ter um contato pessoal em lugares públicos. Ao chegar no local, inúmeros fãs que aguardavam seu grande ídolo, o conheciam sem saber que ele não é um grande ídolo, mas mesmo assim, causavam aquele enorme tumultuo.

Um dos ideais dos “ídolos” seria “ficar” com algumas meninas, que são a maioria do grupo.

Outra curiosidade desses “rolezinhos”, são os outros grupos denominados “bondes”, que os acompanham, que escutam funk em alto som.

Concluindo, hoje em dia, esses “rolezinhos” estão ficando cada vez mais comuns, porém cada vez mais pacíficos.


BIBLIOGRAFIAS
Folha de São Paulo - <http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/01/1397831-rolezinhos-surgiram-com-jovens-da-periferia-e-seus-fas.shtml> - Acesso em 24/03/2014.

KREPP, Ana. Publicada em 15/01/2014

POLETTI, Bruno. Publicada em 15/01/2014


Portal Bol - <http://noticias.bol.uol.com.br/ultimasnoticias/brasil/2014/01/15/ideia-de-rolezinho-surgiu-para-que-idolos-da-periferia-encontrassem-seus-fas.htm>  Acesso em  24/03/2014.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

A música da ostentação

Wallinson de Souza Andrade
Publicidade e Propaganda
UNIP Jundiaí

O trabalho visa mostrar um pouco de como é o estilo musical Funk Ostentação sendo algo que surgiu a pouco tempo, tendo uma forte mudança de como se via o Funk no meio musical com uma trajetória diferente de suas letras em relação às suas raízes.

A escolha do tema foi algo que me desafiei, pois o estilo Funk não é algo que eu goste, mas é algo que está fazendo parte da cultura do nosso país, é ouvido por várias pessoas em diferentes estados, e conhecer algo que chama a atenção de tantas pessoas é uma forma de ver e tentar entender como essas pessoas se identificam com esse estilo de musical e saber o que ele está levando para o nosso povo.
Funk Ostentação é uma nova variação de funk surgido no estado de São Paulo, sendo sua capital uma cidade de progresso, emprego e consumo, que coloca sonhos de riqueza e consumo nos seus moradores, diferente de suas raízes do Rio de Janeiro, esse novo modo de cantar leva a uma visão que funk não é só pobreza, criminalidade e uma vida de sofrimento, sua maior ênfase é mostrar riqueza, carros e vários outros objetos de luxo, uma vida rica, que todos podem ter, mesmo sendo de uma favela, têm a chance de sair e fazer a diferença e alcançar seus objetivos para poder mostrar ao mundo tudo o que conseguiram.

Por um  lado concordo com essa nova forma de fazer funk, mudar seu rumo e que sim podemos correr atrás de nossos sonhos e ter coisas caras de qualidade superior, mais tem que se ver que isto não é um fator muito fácil de conseguir como as músicas mostram, é um trabalho de longo prazo para conseguir tais objetos de desejo, não pode colocar na mente da juventude que todos podem começar a cantar e vão mudar de vida de uma hora para outra, tem que mostrar a realidade que lutando sim, consegue-se o que almejar. Tem que visar que a classe que mais ouve este estilo é a baixa e que não tem esse fácil acesso e com isso pode frustrar-se em seus sonhos e ver a realidade e também podem com isso partir para dívidas em excesso, ao comprar tudo que se vê; ou ainda podem partir para o lado de roubarem seus objetos de desejo, se tiverem como importante é ter e não ser. Então vejo que ele tem seus benefícios mais tem que ser bem instruído e entendido e é um fator que muitas vezes falta à juventude.

Bibliografia

PIRES,Zaira. Sobre Rolezinhos, Funk Ostentação, e a conhecida criminalização da cultura negra Online – disponível em: <http://revistaforum.com.br/digital/131/sobre-rolezinhos-funk-ostentacao-e-conhecida-criminalizacao-da-cultura-negra/> - acesso em 09/04/2014.

Wikipédia, a enciclopédia livre: Funk Ostentação – disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Funk_ostenta%C3%A7%C3%A3o> – acesso em 09/04/2014
Os Revoltados COM Causa

Camila Varjão Silva
Publicidade e Propaganda
UNIP Jundiaí                 

Durante o meio do ano passado vimos uma série de protestos envolvendo milhares de pessoas por todo o Brasil. Os manifestantes gritavam por tudo aquilo que vem enfurecendo há muito tempo a população brasileira.

Foram dias de muita repressão, violência, e muita confusão nas mídias sociais. Vimos depredações a patrimônios históricos, abuso de poder, manipulação de informações e principalmente as pessoas saindo do torpor em que se encontravam, torpor esse que parece ter dominado novamente a mente do “Gigante que havia acordado”.

Com certeza esse período ficará marcado na história do Brasil, pois foi um movimento que conseguiu fazer com que um milhão de pessoas deixassem suas casas para ir à rua reivindicar seus direitos. A falta de organização e de um propósito maior fez com que todo o movimento não desse praticamente nenhum efeito no estado social do país, mas serviu para percebermos que unidos podemos ter muita força.

O motivo da minha escolha por esse tema é completamente pessoal, pois na época em que ocorreram, essas movimentações mexeram muito comigo e com tudo que penso e vejo acontecendo no país, devido a isso esse foi o tema escolhido.

Em Junho passado presenciamos no Brasil algo que desde o manifesto dos “caras pintadas” não se via, milhares de pessoas se unindo e indo às ruas por uma mesma causa. O motivo? Inicialmente o aumento no preço das passagens dos transportes metropolitanos em toda São Paulo, depois o abuso de poder da polícia militar. Milhares de jovens, inicialmente, se uniram para mostrar uma insatisfação generalizada de uma parte muito importante do país.

A mídia de massa então entrou em ação para fazer o seu papel de mostrar a sociedade o que estava acontecendo, mas no início não conseguiu se expressar de forma imparcial. Manifestantes foram jugados e segundo eles a repreensão por parte da polícia devia ser ainda maior. Os movimentos cresceram e atingiram todo o Brasil e em uma determinada quinta feira, de acordo com a Folha de São Paulo, o número de manifestantes em todo o país chegou a 1 milhão, destes 300 mil apenas no Rio de Janeiro. Com esse alastramento das manifestações o discurso da mídia mudou, após terem dito que os jovens manifestantes eram baderneiros, rebeldes, e vândalos passaram a apenas mostrar as dimensões dos protestos sem dar opiniões.

Houve violência, houve vandalismo, houve barbaridade por parte da polícia contra os manifestantes, e inicialmente era apenas isso que víamos nas mídias de massas, e o propósito verdadeiro das manifestações ficaram escondidos atrás disso.

Durante as manifestações do ano passado, vimos o poder que a internet tem de juntar pessoas com o mesmo propósito, pois todas as movimentações eram organizadas nesse meio, e enquanto no início as grandes mídias estigmatizavam e criminalizavam as manifestações, na internet bastava saber onde buscar para ter uma visão geral do que estava acontecendo. Mas na internet, podemos ter muitas informações diferentes gerando assim muitas interpretações diferentes.

Com essa força de informação da Internet, a até então maior ferramenta de comunicação, a televisão passou a ser vista como algo completamente manipulado pelos governos, que apenas mostravam aquilo que queriam que a população visse. 

A maior rede de televisão do país, a Rede Globo, sofreu ataques nas manifestações nas ruas e na internet, tanto que durante uma exibição do Jornal Nacional, a jornalista Patricia Poeta deu um posicionamento falando sobre o caráter “sincero” da emissora ao transmitir as informações reais sobre as movimentações.

Com a aproximação da Copa do Mundo, através da internet já podemos ver novos focos de manifestações que estão acontecendo e que prometem ser ainda maiores durante o evento. Basta esperarmos para vermos se realmente a fúria contra os bilhões que foram gastos será tão grande quanto a fúria dos 20 centavos.



Referências Bibliográficas


Carta Capital - <http://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/uma-contribuicao-a-analise-das-midias-e-das-manifestacoes-284.html> acesso em mar/2014

Gaia Creative - <http://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/uma-contribuicao-a-analise-das-midias-e-das-manifestacoes-284.html> acesso em mar/2014

FONSECA, Daniel- Não dá para não Ver- As mídias nas manifestações de Junho 2013 - e-book –

Jornal Folha de São Paulo

Teoria e Debate - <http://www.teoriaedebate.org.br/colunas/midia/manifestacoes-de-junho-e-midia> acesso em mar/2014






domingo, 1 de junho de 2014

Ostentação

Débora Ellen da Conceição Codarin
Publicidade e Propaganda
UNIP Jundiaí


Introdução

O funk “ostentação” está virando moda para muitas pessoas, principalmente para jovens e adolescentes, pois a moda agora são os rolezinhos, roupas de grifes, marcas caras, etc. Já parou para pensar o que isso pode oferecer para o mercado e para o crescimento das vendas de várias lojas?

Jovens que eram classificados de classe baixa, buscam mais educação, bom atendimento e qualidade de vida, essa busca por melhoria é para que consigam empregos, para que assim adquiram tudo o que desejam. Esta classe está muito mais conectada devido à expansão digital e ao acesso da informação pelos meios de comunicação.

A nova geração deveria ser vista pelas próprias marcas como oportunidade e não como ameaça, pois o aumento das vendas seriam bem maiores, os consumidores desse segmento (jovens e adolescentes) têm procurado muito roupas parecidas com as de cantores famosos de ostentação, a maioria quer copiar o traje dos ídolos e não abrem mão de gastar um pouco mais, por isso os representantes comerciais precisam prestar mais atenção e preparar as vendas para o seu público-alvo, que são influenciados por ídolos que seguem este tipo de ideologia.

Funk ostentação, rolezinhos e roupas de grifes. O que isso pode oferecer para a expansão de mercado e o crescimento das vendas de muitas marcas?
A estabilidade econômica no Brasil mostra que jovens, antes classificados como classe econômica baixa, buscam agora mais educação, bom atendimento e qualidade de vida em lugares como shopping, cinemas, parques ou até mesmo festas. Mas o que os levam a esse tipo de posicionamento no mercado? Com certeza a geração de empregos e o aumento de salários mínimos, sem contar que a classe está muito mais conectada devido à expansão digital e ao acesso da informação nos meios de comunicação. Portanto, a procura por produtos e serviços de qualidade torna-se nítida e deveria ser vista como oportunidade para muitas marcas instaladas em shoppings e não como ameaça.

Segundo Renato Meireles, presidente do Data Popular, a nova classe média faz parte de 54% dos brasileiros que mais consomem e movimenta mais de 1 trilhão por ano. Visto um número tão relevante, esse público deveria ser visto como oportunidade e não como ameaça, visto que, “esses consumidores têm poder de consumo de R$130 bilhões, mais que a soma das classes alta e baixa juntas”, segundo o Data Popular.

O que devemos perguntar aqui é: o que os levam a consumir esse tipo de produto? Roupas de marcas caras? O que os fazem querer qualidade de vida e “ostentação”? São influenciados por ídolos que seguem este tipo de ideologia. Além do mais, suas famílias, devido ao forte crescimento econômico nos últimos anos, acreditam que o melhor investimento são os estudos e que isso é fundamental para terem melhor qualidade de vida e terem produtos e serviços a altura.

Portanto esses números deveriam ser analisados com maior atenção e mais importância, não apenas por grandes centros comerciais, mas também pelas próprias marcas que têm esse tipo de público como alvo. A economia do Brasil muda constantemente e a cada dia surge um novo tipo de produto e serviço para um novo consumidor. Quem são os ídolos desse tipo de classe econômica? O público com a classe social AB não sabe, mas por que tem tanto impacto nas redes sociais e são conhecidos entre esses jovens? Muitas marcas de grifes, usadas por cantores de funk ostentação, têm a chance de fazer com que seus produtos sejam mais conhecidos e suas vendas aumentadas com a nova geração. Um novo estudo pode chegar a um novo tipo de planejamento de comunicação para atingir este público.

Ostentação-justificativa

Tema foi escolhido porque é a atualidade, só se fala em ostentação nas ruas, e achei um tema bem legal para se aprofundar um pouco mais do que eu já sabia, é sempre bom estar atualizado, fiquei curiosa sobre o assunto por isso comecei a pesquisa.

Bibliografia


Autor Desconhecido – Mídia Publicitária – disponível em: 
<http://www.midiapublicitaria.com/variedades/do-funk-ostentacao-aos-rolezinhos/> - acesso em março/2014
Rolezinhos
Weslley Muniz
Publicidade e Propraganda
UNIP Jundiaí

A mídia aborda o rolezinho como conceito de encontro de jovens que enham um ídolo da rede social, a maioria são meninas e isso ocorre desde 2012; ela adorda a questão da classe social, utiliza expressões que remetem à classe C; mostra que os jovens utlizam roupas e calçados de marca e cordões e relógios de ouro sendo original ou réplica; o sentimento das jovens e suas loucuras para dar um rolezinho com os pop star das redes sociais; as pessoas do rolezinho são tratadas como vândalos, que saem depredando os pontos de encontro...

O motivo da minha escolha foi pelo fato de ver a mídia comentando os rolezinhos como se fosse um movimento de marginais.

Eu acredito que houveram episódios em que pudemos constatar o vandalismo, mas não pudemos ter a noção que isso é também um movimento cultural dos jovens da classe média baixa, o qual tem o seu propósito, que é fazer uma integração entre os jovens.


Referência Bibliográfica

Rumo a Ordem e Progresso?!


Rodrigo Eugênio de Moraes
Publicidade e Propaganda
UNIP Jundiaí
        
No ano de 2013 o povo brasileiro pareceu ter acordado, após reajustes nas tarifas de ônibus a população indignada saiu para a rua, muitos acharam que seria tolice sair para as ruas protestando, outros com medo de correr algum risco físico com conflitos, isso tudo não ocorreu apenas pelos 20 centavos, mas sim por todos os fatos que vinham acontecendo, muitos acharam que não seria nada demais, apenas uma revolta de jovens por míseros 20 centavos, e então o gigante acordou, despertou o povo brasileiro de canto a canto que cansado de ser feito de trouxa intimidou os governadores, querendo um país melhor, sem corrupção, com melhorias na educação, saúde. Nunca na história da humanidade 20 centavos deram tanto orgulho a um povo, 20 centavos que deram apenas o início a uma longa ordem e progresso que precisa ser levada a sério, e mostrar mundo a fora que tudo isso não foi em vão.

O tema abordado para este trabalho, é devido ao marco, tanto pessoal quanto pela repercussão que ele tomou mundo a fora, quantas pessoas puderam passar por um momento como este e fazer parte de, em parte uma vitória, uma pequenina vitória, mas que mostrou o quanto um povo tem o poder, e que quem tem que ter medo, não é a população, mas sim os governantes deste país.

Baseado em notícias publicadas pela Folha de S. Paulo, tudo se iniciou quando estudantes se reuniram para protestar contra o aumento da tarifa de ônibus, porém, não ficou só nisso, a população observou o movimento, e se juntou a eles, encontros para protestos eram combinados por vários meios de comunicação, mas o mais forte de todos, internet, usando redes sociais a população se organizava em como e onde fazer.

Cada dia um local, pessoas de todas as idades começaram a fazer parte do movimento, chamando aqueles que ainda estavam com receio, com a copa das confederações isso repercutiu mais ainda mundo a fora, já que o mundo estava com os olhos aqui, inteligentemente o povo soube usar isso a seu favor, mostrando que aqui o país não é só do futebol, mas também da educação e da saúde.

Mas como nada é perfeito, grupos apareciam em manifestações pacíficas para fazer outras coisas, saindo do foco o protesto, causando assaltos a lojas, e muitos conflitos com policiais, isso tudo sujava a imagem da causa, colocando medo e fazendo com que muitos parassem de ir aos movimentos, alguns grupos se organizavam para fazer quebra-quebra mesmo, onde em suas opiniões quebrando tudo teriam um resultado rápido e melhor, sem contar no “medo” que achavam que estariam causando nos engravatados.

O filme “V de Vingança” trouxe inspiração em um certo momento, onde muitos colocavam uma máscara idêntica à do personagem principal assim como no próprio filme, onde a população na ocasião havia ganho a máscara e ido a luta e vencendo, segundo dados divulgados pela Google este item, no caso a máscara, foi a mais procurada pelos brasileiros neste ano.

Momentaneamente parece que o gigante que acordou enfurecido deu uma tranquilizada, mas nada impede que ele levante novamente, a copa de 2014 está ai juntamente com as Olimpíadas em 2016, pode esperar que muita coisa ainda está por vir e muita coisa ainda vai mudar, este é o caminho para a ordem e progresso.



Bibliografia:

Portal Uol - <http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/12/1390207-manifestacoes-nao-foram-pelos-20-centavos.shtml> - acesso em março/2014.


Portal Uol - <http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2013/12/1386733-filme-com-mascara-usada-em-protestos-foi-um-dos-mais-procurados-no-google-em-2013.shtml> - acesso em março/2014.